Previsibilidade na conta de energia é possível: saiba como!

Todo início de ano, o consumidor brasileiro fica atento a um fenômeno inevitável: os reajustes de preço. Eles acontecem nas mais diversas taxas, impostos e mercadorias, quase sempre elevando seus valores correspondentes.

Quem também se encontra no meio dessa leva é a fatura de energia. Em 2021, por exemplo, a conta de energia deve ficar 3,9% mais cara.

Segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), um dos principais motivos desse aumento são as novas linhas que entraram em operação. Além do mais, será uma forma de compensar os prejuízos causados pela pandemia às empresas de energia elétrica no ano passado.

A título de curiosidade, o setor elétrico recebeu um empréstimo emergencial de aproximadamente R$ 15 bilhões para contornar a baixa no consumo em 2020. Um valor que será diluído ao longo dos próximos 5 anos na fatura de energia.

Diante de todo esse cenário, as empresas precisarão investir em uma palavra de grande importância: previsibilidade. Afinal, os gastos com energia elétrica consomem boa parte do orçamento nos varejos e indústrias.

Entre as possíveis soluções para a redução dos custos, os sistemas fotovoltaicos são os que mais se destacam. E, por falar neles, dados da Aneel indicam que o Brasil já conta com mais de 300 mil sistemas geradores de energia solar conectados à rede.

Quer saber como isso tudo pode beneficiar seus negócios? Continue lendo, porque vamos apontar algumas direções que você pode seguir, seja no Mercado Livre ou no Cativo. Acompanhe!

Previsibilidade no Mercado Cativo

A previsibilidade no Mercado Cativo é marcada pela Geração Distribuída.

No Brasil, a modalidade se estabeleceu pela Resolução Normativa Aneel Nº 482/2012. Resumidamente, ela permite que o consumidor gere sua própria energia elétrica por meio de fontes renováveis e devolva o excedente à rede distribuidora local.

Para que a geração dessa energia aconteça, o consumidor pode instalar um sistema fotovoltaico no próprio local de consumo ou, se preferir, próximo a ele.

Em termos gerais, a geração distribuída se opõe à geração centralizada, na qual os consumidores recebem uma energia que foi gerada por grandes usinas e enviada por distribuidoras locais.

Os benefícios, no entanto, vão além. Podemos citar ainda:

  • Autonomia no consumo energético;
  • Custo operacional reduzido após o investimento inicial;
  • Caráter ecológico que minimiza os impactos ao meio ambiente.

Mas agora vamos nos atentar ao mais importante deles para esta publicação:  a previsibilidade dos gastos.

Ao optar pela Geração Distribuída, você pode contratar uma empresa especializada no assunto e assinar um contrato de longo prazo, no qual um valor de energia é acordado para toda a duração do contrato.

De um lado, a empresa fica encarregada da instalação e manutenção da unidade consumidora. De outro, você sabe o quanto vai gastar durante os próximos anos.

Previsibilidade no Mercado Livre de Energia

O Mercado Livre de Energia (ML) não trabalha com o referencial de preços convencional, ou seja, as tarifas e bandeiras tarifárias.

Ao invés disso, tudo nele é movimentado por contratos de energia, nos quais se encontram todas as informações do modelo adotado pelo consumidor, incluindo o preço e o indicador de reajuste.

Sendo assim, por não ser um mercado regulado, os valores estão sujeitos a variações bruscas de preços. Então, como é possível ter mais previsibilidade nesse ambiente?

As empresas que estão migrando para o ML terão duas opções:

  • Autoprodução;
  • Power Purchase Agreement, também conhecido como PPA ou compra de energia através de contrato bilateral.

Ambos os modelos trazem maior previsibilidade por serem acordos de longo prazo que minimizam o impacto da volatilidade dos preços de energia, uma vez que possuem valores fixos e reajustados perante a duração do contrato.

A seguir, falaremos mais delas.

Autoprodução

Quando um consumidor decide se tornar autoprodutor, ele deixa de pagar parte dos encargos setoriais que encarecem as faturas de energia e se livra das definições do setor elétrico, adquirindo a energia gerada via CCEE (Câmara de Comércio de Energia Elétrica).

Para que isso seja possível, entretanto, ele precisa investir na criação de uma usina própria para produzir a energia que será vendida às suas unidades no Mercado Livre com um valor menor que o do mercado.

Além disso, se tudo for realizado corretamente, ele ainda terá a oportunidade de gerar uma receita fora do core business, vendendo o excedente energético para o mercado de forma geral.

Power Purchase Agreement (PPA)

Um pouco diferente da autoprodução, o PPA se define como um contrato de longo prazo para compra e venda de energia, podendo ser via diferentes modelos: preço fixo com e sem reajuste, e preço com desconto garantido em relação à tarifa do mercado cativo.

O acordo é feito entre o consumidor e um gerador, mas também pode ser entre um desenvolvedor e um revendedor de energia.

Como você viu, a previsibilidade na conta de energia é possível. As opções para reduzir os custos são diversas e uma delas com certeza vai atender às necessidades da sua empresa.

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